Produção independente geraria um filho. Vieram quatro

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A administradora Luciane Carvalho enfrentou o medo, preconceitos e decidiu: seria mãe sozinha. Aos 37 anos, não tinha um relacionamento que pudesse resultar em uma família, mas isso não a impediu de realizar o sonho de ter um filho. Ela só não esperava que viessem quatro bebês de uma só vez.

Durante cinco anos, Luciane refletiu sobre maternidade. Procurou ajuda de uma psicóloga, conversou com amigos, familiares e calculou quanto seria necessário para ter uma gravidez por meio de fertilização in vitro (fora do corpo da mulher) ou inseminação artificial (o sêmen é introduzido no útero).

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Luciane estabeleceu uma meta: se aos 39 anos não tivesse um companheiro, seria mãe sozinha. “Antes de decidir, passei por momentos tristes, de desilusão, mas aprendi muito com tudo isso e amadureci um bocado também. Percebi que para realizar o sonho da minha vida dependeria só de mim e de mais ninguém”, relata em seu blog 4vidasnaminhavida.

Os planos de Luciane foram antecipados quando ela descobriu que o pai dela estava muito doente. A administradora queria que o avô dos bebês conhecesse os netos e a apoiasse durante a gravidez. Então, aos 37 anos, ela procurou clínicas de reprodução e se submeteu a uma inseminação artificial. “Eu tenho um irmão gêmeo e conversei com o médico sobre este aspecto. Ele informou que, no meu caso, a probabilidade de ter gêmeos seria de aproximadamente 6%”, diz.